Segunda geração

Segunda geração do Romantismo

A segunda geração do Romantismo brasileiro, também conhecida como geração condoreira, surgiu a partir da década de 1850 e se estendeu até o final do século XIX. Essa fase foi marcada por um engajamento político e social mais intenso, refletindo as transformações que estavam ocorrendo no Brasil durante esse período.

A segunda geração romântica no Brasil é o período que corresponde de 1853 a 1869. Denominada “Ultrarromântica” ou a Geração “Mal do Século” os principais temas dessa fase são: morte, amor não correspondido, tédio, insatisfação, pessimismo. No Brasil, tem como marco inicial a publicação da obra Poesia (1853), de Álvares de Azevedo (1831-1852). Nessa fase, a literatura sofreu forte influência do poeta britânico George Gordon Byron (1788-1824). Isso porque os escritores absorvem um estilo de vida boêmio e noturno, além do pessimismo romântico presente na literatura de Byron.

Com tais mudanças na estrutura social, política e administrativa do país, o Brasil passa a ser encarado como, de fato, uma nação. Na linha dessas modernizações do Estado brasileiro, a primeira geração romântica surgiu como uma resposta poética a questões identitárias que passaram a surgir, procurando responder a questões como “o que é ser brasileiro?” ou ainda “qual é a origem mitológica do Brasil?

caracteristicas: egocentrismo, sentimentalismo exagerado (idealizaçaõ do amor e da mulher), forte tom depressivo ( A depressão ou Mal do século é perceptivel p no discurso presente nas prosas e poemas ultrarromânticos), tendencias a fuga da realidade (Diante de um presente desastroso, marcado pela solidão e pela desilusão amorosa, as personagens e sujeitos líricos da segunda geração romântica apresentavam discursos em que exaltavam o desejo de fugir da realidade)